Apenas Contos -O Diário- (BlackMonkey Pro)

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02

Eu odeio férias de família e eu sempre tenho. Por que você pergunta? Bem, há muitas razões pelas quais eu não gosto deles. Minhas irmãs gêmeas podem ser realmente irritantes. Você não pode imaginar o quão ruim elas ficam quando você tem duas crianças de sete anos gritando em torno de você. Minha mãe me perseguindo para ter “tempo para a família” é outra razão. E, claro, eu odeio Blaine.

— Alan! Estamos quase indo! — Disse uma das minhas irmãs gêmeas, com entusiasmo em sua voz.

Agora você provavelmente está se perguntando quem é Blaine. Antes de chegar a isso, eu tenho que explicar o que essas “maravilhosas” férias em família são: Todo verão meus pais e seus melhores amigos, o Sr. e a Sra Reed alugam uma casa na costa. Durante um mês eu tenho que dividir um quarto com seu filho, Blaine. Um menino de dois anos mais velho do que eu; rude, arrogante e um cafetão.

— Eu não posso esperar para ir para a praia! Nós vamos hoje à tarde, por isso, prepare tudo quando chegarmos, rapazes. — Comentou minha mãe, levando-me dos meus pensamentos.

Uma vez que o carro parou, eu saí preguiçosamente do meu assento e peguei minha bolsa pelo tronco do carro. Cheguei à porta, vendo a Sra Reed sorrindo para mim. Tudo o que eu conseguia pensar era que eu esperava que Blaine não tivesse vindo este ano!

— Oh, Alan, você realmente cresceu! – Disse a Sra Reed. Eu dei-lhe um sorriso encantador.

— Estou tão feliz que você chegou! Blaine está lá em cima, por que você não sobe e cumprimenta-o?

— C-claro. — Eu respondi, tentando agir normal, mas me sentindo irritado. Por que Blaine simplesmente não fica em casa? Ele sempre tinha que vir…

Com um gesto estranho eu me recusei à ajuda que ela me ofereceu e eu continuei a arrastando minha bolsa pela casa até chegar à escada. Uma vez no segundo andar eu fui para o meu quarto. Eu parei por um segundo ao lado da porta, hesitante; Eu não quero ver o rosto de Blaine agora.

Fato engraçado, minha mãe diz que este é um tempo que nós podemos conviver. Eu quase me lembro. Quando eu tinha sete anos eu admirava Blaine. Quero dizer, ele era o filho mais velho, o cara legal. Um exemplo a seguir. Eu costumava correr atrás dele ao longo da praia à procura de aventuras. Quando chegamos na adolescência, de um ano para outro, Blaine mudou completamente. Um ano ele apareceu com essa atitude que eu odeio. E assim, a nossa amizade morreu.

Eu agarrei a maçaneta da porta e quando eu estava indo girá-lo, a porta se abriu e eu quase caí à direita em um corpo mais alto. Olhei para cima e lá estava ele, esse olhar frio de Blaine em seus grandes olhos azuis.

03

— B-Blaine! – Eu tentei formar um sorriso, – Oi, há quanto tempo! – Eu estendi minha mão.

Ele não respondeu. Ele me olhou nos olhos, olhando minha mão por um momento e calmamente se afastou para me deixar passar.

“Obrigado pela ajuda!”, pensei sarcasticamente e cheguei à minha cama, deixando minha bolsa lá. Eu tentei manter o meu sorriso quando eu enfrentá-lo novamente.

— Como você está? – Eu consegui dizer. Eu juro que eu podia ver um olhar de desgosto em seus olhos. Bem, sobre mim, as coisas est—

De repente, Blaine virou-se para a porta e saiu do quarto. Enquanto eu ainda estava de pé lá e podia ouvi-lo descendo as escadas. Que mês incrível tenho pela frente!

****

Com uma boa garrafa gelada de cerveja na minha mão, eu ri com a observação de Alek. Eu tive sorte naquela manhã que nós nos encontramos por acaso na praia. Fazia tantos anos desde a última vez que nos vimos! Alek era o único que eu iria considerar um amigo nessa parte do país, eu acho.

Depois de algumas cervejas a conversa foi animada, devido tanto o nosso gosto um para o outro e o álcool. Nós estávamos animadamente trocando histórias.

— Eeeee isso era tudo! Eu estava preso na cidade durante todo o ano, sabe. – Respondeu Alek à minha pergunta e brindamos sua cerveja com o meu, bebemos até que ela estava vazia. — Quer outro antes de ir?

— Por que não temos algo um pouco mais forte? — Eu ri descaradamente e me levantei. — Espere aqui, eu vou pagar para a próxima. — Assegurei-lhe e eu me dirigi para o bar.

Eu estava embriagado e um tanto desajeitado, graças ao álcool em minhas veias, eu me apoiei no bar e tentei chamar a atenção do garçom. De repente, percebi alguém de pé ao meu lado. Quando me virei para olhar, os olhos irritados de Blaine estavam olhando para mim.

— Você tem de estar em todos os malditos lugares aonde eu vou? — Foi seu amigável cumprimento, o que me deixou sem palavras por alguns momentos. — Estou começando a pensar que você gosta de me seguir. É o suficiente que eu tenho que compartilhar o quarto com você.

— O que? – Atordoado, eu respondi. — O que você está falando? Eu só estou bebendo cerveja com um amigo. Seu rosto estava ainda mais nervoso e com um “tsc”, ele virou-se desaparecendo no meio da multidão.

— Você quer algo? — Disse o garçom, finalmente, enquanto eu estava distraído tentando processar este encontro desagradável. Eu não conseguia entender o que eu fiz a esse cara para ele me odiar tanto. Quanto mais penso sobre isso, mais raiva estava crescendo dentro de mim. — Tequila dupla. — Rosnei.

*****

Eu nem sabia quantas tentativas eu levei para colocar a chave na fechadura quando eu retornei para casa. Todo mundo estava dormindo, eu assumi, porque já era muito tarde. Eu subi as escadas e entrei no quarto, ainda atolado de raiva por causa da atitude de Blaine.

Eu queria respostas e eu queria agora. Por quê!? Era eu o detestável? No final de conta, nós tínhamos sido amigos, bons amigos, eu não podia simplesmente esquecer isso. Não, eu queria respostas. E eu gostaria de tê-los naquela noite.

Empurrei a porta como um touro deixando o ringue. Eu estava determinado para botar algumas cartas na mesa. Blaine já estava na sala, ao lado do armário, colocando o pijama. Ele parecia quase surpreso para mim, só por um par de segundos, antes de levantar uma sobrancelha.

— O que você quer? — Blaine disse depois que me levantei em frente dele como um idiota, sem saber por onde começar.

— O que eu quero? — Eu respondi no lugar, tomei a decisão de ser honesto de uma vez. — Eu não sei o que diabos eu fiz para você, Blaine. Nós costumávamos serem amigos, não é? — Eu tentei manter minhas palavras e até mesmo calma, contendo a minha raiva.

As sobrancelhas finas de Blaine foram levantadas com surpresa. Ele se virou e abriu a porta do armário para pegar uma camisa, ignorando as minhas palavras. Eu odiava isso, era tão óbvio que ele se sentia repelido quando falei. Com a minha mãe, minhas irmãs, com os amigos; ele é legal com todos, mas eu. Era tão injusto.

— Responda! — Eu levantei o tom da minha voz.

— Você está bêbado. — Foi sua única resposta, enquanto se dirigia para a cama, ignorando que eu ainda estava dizendo.

04

— Me responda, caramba! – Repeti. Tentei agarrar seu pulso, mas ele afastou a mão, como se ele fosse repelido por mim.

— Então, você realmente me acha nojento, hein? O que aconteceu que eu acabei de tornar nojento de repente? — Eu praticamente gemi; confuso e frustrado, sem entender o que havia de errado comigo. — Você só está assim comigo!! Quero saber o porquê!

— Desista, Alan. Você não quer continuar fazendo isso, ok? Você está bêbado e você deve dormir. — Disse Blaine, mas eu continuei olhando para ele.

—… — Eu fiquei sem palavras. Eu me senti como se batesse contra uma parede repetidas vezes. Olhei em volta, com meu rosto ficando vermelho. Meio sem jeito, quase tropeçando, eu caí na minha cama. Blaine me seguiu com os olhos, certificando-se do que eu tinha feito com a minha série de disparates.

— Boa noite — murmurou Blaine um tom pouco incerto.

— Tanto faz. — Foi a minha única resposta.

*****

Quando eu abri um dos meus olhos, eu senti uma sensação dolorosa em minhas têmporas. Suspirei e escondi o meu rosto com o braço, revendo na minha cabeça o que aconteceu ontem à noite. As lembranças me fez congelar. Lembrei-me de minha raiva, e como eu tinha encurralado Blaine para exigir uma explicação. Senti vergonha lavando em cima de mim, porque eu mostrei a minha raiva óbvia e obsessão com ele.

De repente, notei Blaine levantando-se da cama.

— Ei, está com dor de cabeça? — Ele disse com um tom zombeteiro de voz. — Todos eles se foram sem você. Sua mãe disse-me para te acordar quando eu senti desde que eu disse-lhes sobre a sua pequena cena na noite passada.

Me sentei devagar e eu massageei minha testa, evitando olhar para ele. Eu sabia que ele estava me provocando, mas eu não quero jogar o seu jogo. Eu finalmente tive alguma coragem e olhei para seu rosto. Ele tinha um sorriso nos lábios.

— Se você não consegue lidar com a bebida, você não deve beber. — Ele continuou com sua zombaria.

— Cala boca. — Rosnei.

— Estou apenas dando-lhe conselhos já que você pareceu ficar muito irritado e estúpido quando você estava há pouco. — Blaine riu e eu senti a raiva borbulhar sob a minha pele. Esse cara realmente sabe como bater os nervos no meu alto estima normalmente calmo.

— Olha, me deixe em paz, ok? Não, eu desisto. Se você quiser me odiar, me odeie. Eu não me importo. — Eu murmurei, e vi quando ele se levantou com uma expressão séria, coçando seu pescoço.

— Dane-se! Eu vou tomar um banho. — Disse Blaine, perdendo qualquer traço de zombaria em sua voz. Eu suspirei, exasperado.

Eu me deitei na cama e olhei para o teto. Porra de feriado, todos os anos é a mesma coisa. E, como todos os anos antes, Blaine e suas motivações permaneceram um completo mistério para mim.

Eu ouvi o som do chuveiro ligar e eu sabia que estava sozinho no quarto. Levantei-me e passei em volta, sentindo meus músculos doloridos. Claro que a noite anterior tinha sido um pouco louco, pensei.

Eu deveria ter mantido minha boca fechada e fingir que não se importava com nada disso. Mesmo que eu não pude ser capaz de entender por que diabos eu me preocupava tanto.

Então meus olhos caíram sobre a cama bagunçada de Blaine e algo me chamou a atenção. A partir de debaixo do travesseiro eu vi o canto de um pequeno caderno. Olhei para a porta do banheiro e de volta para o livro, ficando um pouco mais perto da cama de Blaine.

O que eu fiz em seguida foi errado, e eu sabia disso, mas eu não poderia me ajudar. Sentei-me na cama de Blaine, ainda quente do corpo que tinha dormido a noite toda, e eu levei o caderno. Abri-o e folheei as páginas, percebendo que eu tinha em minhas mãos: o diário de Blaine.

Um diário! Exclamei em minha mente, surpreendido, algo que eu nunca esperava desse babaca sombrio. Imaginá-lo escrevendo em seu diário pareceu cômica. Minha curiosidade levou-me e eu tive que começar a ler uma das primeiras páginas, com algumas intrigas.

“Hoje eu estava com Fred. Ele está falando sem parar sobre Sarah, tornou-se muito tedioso de ouvir…”

Eu ri um pouco, pensando que pelo menos eu não era o único que Blaine odeia. Virei algumas páginas e escolheu outra frase.

“…Nós comemos salada com tia Margaret…”

Chato, suspirei. O que eu estava esperando do diário de Blaine? Eu tinha certeza de que não ia encontrar nada de interesse.

Continuei um pouco até que meus olhos caíram sobre uma data e um nome. Era o meu nome. Senti meus batimentos cardíacos ficando mais rápido e decidi ver que palavrões Blaine dedicou para mim. A data foi o dia em que chegamos na casa este ano. Não mais do que uma semana atrás.

“A família de Alan chegou hoje. Eu quase colidi com ele quando eu estava saindo do quarto. Eu pensei que talvez ele não viesse este ano…”

Revirei os olhos por um segundo, começando a ficar com raiva, mas eu decidi continuar a leitura. “No final, eu pensei o mesmo sobre ele, como o dia em que cheguei aqui.” Meus nervos aumentaram, talvez neste texto eu possa finalmente encontrar a razão do Blaine por me odiar tanto assim. Eu continuei lendo.

“Eu não sei o que fazer. Eu mal conseguia olhar para ele dessa vez. Ele foi amigável e tentou puxar conversa, mas eu não conseguia parar de olhar para seus lábios. Eu queria responder, mas eu realmente não podia, e eu tive que sair da sala.”

Como eu li estas palavras, eu senti um arrepio pelo meu corpo. Meus lábios!? Ele foi sem sentido. Minhas bochechas começaram a queimar. Eu decidi olhar para as outras páginas, dias depois. Fiquei realmente surpreso quando cheguei à última página escrita noite passada.

“Alan chegou bêbado, perguntando um monte de coisas. Eu não sei mais o que fazer. Eu não quero que ele me odeia, mas cada vez eu tenho mais medo de perder o controle. Eu prefiro-o que me odeie do que vê-lo fugir se ele descobrir o que eu sinto. Talvez eu seja apenas muito covarde para falar com ele, mas eu gosto de compartilhar o quarto. Ouvindo sua respiração em sua cama é tão agradável quanto assistir aquele sorriso engraçado que ele faz quando ele está dormindo. Se eu fosse corajoso o suficiente, eu o teria colocado contra a parede e…”

Eu não podia continuar a leitura; que era apenas algo maior do que eu. Eu até fiquei um pouco tonto, perguntando se isso era alguma piada de mau gosto. Blaine, apaixonado por mim!? Não, isso era impossível, que não fazia sentido!

Perdido em meus pensamentos, eu não ouvi que a torneira do chuveiro tinha fechado e Blaine tinha entrado no quarto com os cabelos molhados e uma toalha em torno de sua cintura.

05

— O que você está fazendo!? — Ele gritou, corando, e praticamente pulou em cima de mim para tentar tirar o diário de minhas mãos. — Dê para mim, caramba!! O que você já leu? — Ele me perguntou histericamente, quase em pânico. Em qualquer outro situação eu teria ficado com medo, mas eu ainda tinha todas essas palavras na minha cabeça.

— Blaine… — eu disse finalmente, olhando quase assustado. — Desde quando…? É essa a razão?

Os olhos de Blaine refletiu o pânico que sentia naquele momento. Ele pegou o livro de minhas mãos, evitando tocar-me em tudo.

— Blaine. — Eu repeti, tentando chamar sua atenção, mas ele se recusou a ouvir. Ele se levantou e agarrou com raiva algumas roupas do armário, se preparando para sair do quarto, mas em um impulso eu estava na frente da porta, bloqueando-o.

Encurralado, ele tentou empurrar, mas eu não deixei. Não agora, com toda a confusão e sentimentos que precisavam de explicação. Não agora, quando eu preciso de algumas respostas o tempo toso. Isso eu não iria desistir.

— Alan, por favor, deixe-me sair. — Ele quase me implorou, mas eu recusei.

— Eu mereço pelo menos uma explicação. — Eu exigi.

— Porra… deixe as coisas como elas estão agora! … — Ele resmungou e tentou me empurrar novamente. Eu pressionei meu corpo contra o dele para evitá-lo indo embora de novo, notando a pele molhada de Blaine contra o meu braço.

— Blaine. — Eu repeti pela terceira vez em um tom mais suave, tentando fazê-lo ver que eu não estava à procura de uma luta, eu só queria explicações. Eu virei meu rosto um pouco mais perto dele, então ele não poderia evitar o meu olhar.

Nossos olhos se encontraram e, em seguida, algo inesperado aconteceu.

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De repente Blaine pegou meu rosto e seus lábios selaram contra o meu. Sua língua, desesperado, acariciou meus lábios e me forçou a recebê-lo. Ele inclinou o rosto e começou a me beijar com paixão e energia que eu nunca tinha sentido antes, pressionando meu corpo contra a porta. Seu corpo preso a minha e por um momento eu perdi a minha mente.

Nossas línguas começaram a duelar sem um vencedor claro. Sua respiração bateu contra minha bochecha e seus lábios eram suaves, mas dominante. Cada toque da língua que foi direto para minha virilha, que começou a ficar mais difícil, pressionando contra minhas calças. A confusão tomou o controle da minha mente quando percebi que estava ficando com excitação. Eu engasguei no beijo notando como Blaine ondulava seus quadris, pressionando sua ereção contra a minha coxa.

— Eu disse a você… Para deixar as minhas coisas… — Ele engasgou contra a minha pele e eu mal conseguia responder, sobrecarregado.

Suas mãos levantou minha camisa para acariciar meu abdômen, passando em minha pele, apertando meus mamilos. Naquele momento, eu sabia que não havia como voltar atrás.

Eu passei meus braços em volta do pescoço e apertei meus quadris contra os dele, fazendo Blaine sentir meu desejo, escondendo meu rosto contra seu pescoço. Minhas bochechas queimaram e meu corpo estava quase tremendo, como eu senti os dedos de Blaine tocando todas as áreas do meu abdômen.

Finalmente, ele se afastou um pouco para tirar a minha camisa e jogou para o lado, me analisando com os olhos. Blaine atacou novamente, desta vez colocando seus lábios no meu pescoço, mordendo-me algumas vezes enquanto se beijando, fazendo-me gemer. Eu podia sentir como ele estava ansioso por seus beijos desesperados e mordidas.

— Alan. — Ele murmurou enquanto sua mão viajou para minha virilha, apertando acima do tecido. Senti um arrepio, meu pau já duro e lutando com as roupas, ansioso para ser livre. — Você gosta disso, tanto quanto eu…

— C-Cale a boca … — eu murmurei, e pela primeira vez na minha vida, eu podia ver um sorriso no seu rosto. Ele riu com sinceridade com essa voz viril e sensual e se afastou de mim, fazendo algo totalmente inesperado.

Ele se ajoelhou na minha frente, e suas mãos experientes abriu minha calça.

— Eu vou fazer você gostar ainda mais. — Ele me avisou maliciosamente e prendeu minhas costas contra a porta.

Ele inclinou-se e começou a colocar beijos em minha ereção poderosa. Ele pegou meu pau com a boca acima do tecido, fazendo meu boxe molhado de saliva e fazendo com que chegue até a pele do meu pau. Eu senti a saliva quente e úmida e sua respiração ardente na minha pele. Engoli em seco.

Este jogo foi me deixando louco de emoção e eu não aguentava mais, então eu finalmente tirei meu boxe. Minha ereção, uma vez liberada, saltou contra meu abdômen e balançou na frente do rosto de Blaine. Eu estava tão animado que minha glande brilhava molhada com pré-sêmen.

Eu podia ver Blaine lambendo seus próprios lábios antes de tomar minha ereção em sua boca e envolvendo seus lábios em torno dele. Eu podia sentir o quanto sua língua pressionou meu pau contra o seu paladar e como, auxiliado por seu lado, ele começou a mover a cabeça para cima e para baixo de forma treinado.

Era óbvio que não foi sua primeira vez fazendo isso, pensei em primeiro lugar. Um gemido escapou de meus lábios como a saliva banhando meu pau e sua língua impertinente atropelou minha glande com um bom sentimento de cócegas.

Eu coloquei a mão em seu cabelo e ofegava. Eu movi meus quadris para colocar mais em sua boca. Eu não poderia ajudá-lo, eu estava tão excitado que eu só conseguia pensar em foder essa boca gloriosa.

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Eu gemia de novo e caí minha cabeça para trás, fechando os olhos, abraçando o momento. Blaine ficou de joelhos ainda, meu impulso empurrando na sua garganta, me deixando ir tão fundo nele como eu queria. Em troca, as mãos viajaram sobre minhas coxas, atingindo as nádegas apertando-os com entusiasmo.

— B-Blaine — Eu sussurrei e abri um olho para ver esta vista espetacular. Porra, Blaine ajoelhado na minha frente, deixando-me foder sua boca como eu gostava, a saliva escorrendo pelo queixo… Foi muito erótico. Um arrepio causado pelo prazer e emoção tomou conta do meu corpo, me fazendo afundar mais profundo em sua boca.

Ele apertou seus lábios contra a cabeça do meu pau e com a mão, ele começou a me masturbar, ainda chupando a cabeça, olhando para mim atingir o orgasmo. Eu estava tão perto dela, caramba, eu realmente estava! Meu peito se moveu rapidamente da minha respiração intensa, enquanto na minha cabeça eu só tinha a imagem de sua boca brincando com meu pau dessa maneira agressiva.

— Eu… Eu n-não posso… B-lai—- Eu senti uma onda de energia ficar concentrada no meu abdômen inferior. De repente, e implacavelmente explodi na boca de Blaine. O sêmen bateu seu paladar e encheu sua boca, deslizando para fora do canto de seu lábio. Eu estava atordoado e sem fôlego, mas ele, longe de se sentir envergonhado, engoliu minha semente e começou a lamber meu pau com a intenção de limpá-lo completamente.

Eu fiquei em silêncio ainda tonto do orgasmo. Blaine levantou-se, livrar-se da toalha, mostrando seu corpo. Seu pênis era grande e ereto, ansioso por mais. Ele agarrou meu rosto e me beijou. Eu fiz uma careta, provando meu próprio sabor em sua língua. Era um sentimento estranho e desconhecido para mim, mas ele continuou invadindo minha boca com a língua, dominando-o.

Ele pegou meus braços e me moveu até que notei a borda da cama contra as minhas pernas.

— Deite-se. — Ele disse que me parecia hesitante. Agora que eu apenas tive um orgasmo, limpando algumas das excitações que tinha nublado minha mente, não parecia uma boa ideia. O que estávamos fazendo? Isso não estava no meu plano… Ele parecia quase preocupado e tocou meu rosto com a mão, seu tom mudou para um mais suave e íntimo.

— Alan, confie em mim, você vai gostar. — Ele resmungou e deu-me um sorriso. — Você gostaria que eu fizesse, não é?

Olhei-o e acabei concordando com a cabeça, sorrindo um pouco no final.

— Foi incrível… — Eu reconheci e ele riu, fazendo-o rir comigo também. Eu finalmente cedi e deitei na cama.

Senti Blaine tomando meu ombro suavemente para mim e virar um segundo mais tarde, encontrei-me virado para baixo sobre o colchão, repousando sobre os joelhos. Eu pensei que eu devo ter perdido minha mente para fazer isso, oferecendo-me a outro homem como este.

Porra…

Notei seu peso sobre mim e como seus lábios começou a beijar meu pescoço, me fazendo tremer. Fechei os olhos e tentei se livrar dos nervos, quando umas de suas mãos viajaram pela minha espinha de cima para baixo.

Ele ancorou seus lábios no meu pescoço e sua mão apertou minhas nádegas com um pouco de ansiedade, fazendo-me sentir um calafrio.

— Você Não pode imaginar quantas vezes eu sonhei com isso. — Ele confessou perto do meu ouvido, banhando minha pele com seu hálito quente. Eu podia sentir seu pênis esfregando contra a minha perna.

De repente, ele deixou minhas costas e se ajoelhou atrás de mim. Suas mãos descansaram na minha bunda e depois de uma massagem suave novamente ele fez algo que eu não esperava: Ele se inclinou para frente e com a ajuda de seus dedos, ele abriu minhas nádegas e escondeu o rosto entre as minhas pernas. Sua língua correu nas minhas bolas e foi fazendo cócegas na mácula, para o meu buraco. Ele esfregou-a contra a minha entrada para umedecê-la completamente, me fazendo tremer.

Meu corpo reagiu, tremendo e eu sabia que se ele continuasse fazendo isso, não levaria muito tempo para eu ficar duro novamente. Sua língua trabalhou minha entrada, pressionando a ponta até meus músculos deixá-lo entrar um pouco mais para dentro.

— Nhhn… — Eu gemi quando eu fechei meus olhos e decidi render-se a ele e que ele queria de mim. Sua língua me penetrou molhando a área com grandeza, ligeiramente abrindo o meu anel.

Um de seus dedos logo se juntou a língua e começou a esfregar meu buraco, um pouco mais de cada vez, até que ele pudesse introduzir o primeiro dedo. Meus músculos tentou estrangulá-lo, rejeitá-lo. Ele não se importava e continuou pressionando meu buraco até que ele entrasse dentro completamente.

Eu delicadamente mordi meu lábio inferior, sentindo-se um pouco estranho, sem saber se ele estaria bem. Blaine pareceu perceber isso, e ele beijou uma de minhas nádegas e pegou minha ereção com a mão livre, olhando para mim de novo.

— Não se preocupe Alan, eu não pretendo te fazer nada mal. — Ele murmurou e começou a me masturbar, lentamente — Isso vai ser bom para nós dois.

Então ele curvou o dedo dentro de mim e, enquanto ele continuou me masturbando, ele colocou pequenos beijos nas minhas costas, carinhosamente.

— Eu estou b-bem… — Eu assegurei a ele com o rosto enterrado nos lençóis, gemendo quando Blaine chegou a um certo ponto dentro de mim com os dedos.

Porra, isso foi emocionante, novo, e tão errado. Eu gostei. Não, eu adorei; mesmo quando Blaine começou a penetrar cuidadosamente com um segundo dedo.

Isso dói um pouco, mas era uma dor suportável, não mais do que um incômodo. O afago do meu pau ajudou muito. Eu abro minhas pernas um pouco como ele fechou os dedos para encontrar esse ponto novamente. De repente, meu corpo estremeceu e eu gemi.

— É uma sensação boa… Certo? — Perguntou Blaine com alegria e eu notei um tom um pouco zombeteiro em suas palavras. Ele não poderia ajudá-lo, essa atitude era parte dele.

— Nhn… — Eu não poderia respondê-lo, totalmente ultrapassado por esses novos sentimentos que meu parceiro me deu. Eu movi meus quadris contra sua mão, olhando para encorajá-lo a brincar mais com o meu pau. — S-sim…

Ele riu um pouco e depois de um tempo ele parou de introduzir um terceiro dedo.

— Ah! — Meus músculos protestaram contra a forte pressão, mas Blaine fez questão de pará-lo por me masturbar um pouco mais rápido. Ele beijou minhas nádegas e massageou meu pau, acariciando minha glande inchaoas com o polegar.

— Eu não posso segurar mais, Alan. — Blaine advertiu, puxando os dedos.

Ele me pegou pelo ombro e me fez virar-se ao meu lado, ele colocou-se atrás de mim. Ele abraçou meus quadris com um braço e pegou meu pau com a mão livre.

Eu sabia o que estava por vir e até mesmo com a minha voz da razão gritar não, eu continuei. Tudo o que fiz foi levantar uma perna um pouco para dar-lhe acesso. Eu estava de conchinha com um cara em minhas costas, era inacreditável. Olhei para o rosto de Blaine por cima do ombro, com alguma preocupação e excitação velada nos meus olhos. Ele remanejado com um sorriso e um olhar intenso enquanto com a mão, ele colocou seu pênis entre as minhas pernas.

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Ele empurrou uma vez e a cabeça pressionada contra a minha entrada antes de deslizar para fora. Ele tentou uma segunda vez e se agarrando aos meus quadris, ele começou a empurrar lentamente, gemendo contra o meu ombro quando meu buraco finalmente cedeu e o comeu.

Meus músculos se apertaram em dor, enquanto a glande fez o seu caminho lentamente dentro de mim, me deixando sem fôlego. O sentimento era doloroso e esmagador, mas não tanto como um teria imaginado. Blaine encheu-me completamente e eu podia sentir seu pênis inchado e palpitante dentro de mim, deixando-me algum tempo para se acostumar com a invasão. Meu buraco se contraiu em protesto.

Ele engasgou, beijou meu ombro e lentamente começou a puxar para empurrar para dentro.

— Porra, você é tão enorme… — eu murmurei e ele riu. — I-Isso não é.. nhn.. engraçado. — E respondi, mas eu não estava adoentado. Foi divertido, apesar da dor.

— Da próxima vez podemos tentar o contrário, se você quiser. — Ele brincou com um sorriso e continuou enterrando seu rosto no meu pescoço antes de fechar os olhos.

Logo ele começou a mover-se lentamente, em um ritmo lento tortuosamente que me fez rosnar para cada impulso. Sua mão se moveu de novo sobre meu pau para me masturbar no ritmo da transa.

— A-Alan… — Ele murmurou, começando a acelerar pouco. — P-porra… você é tão… apertado…

Eu poderia dizer como ele estava excitado por suas palavras e do jeito que ele teve que se controlar para não começar a me foder descontroladamente.

— Ahh… — foi tudo o que eu podia responder. Um impulso me fez estremecer e ver estrelas. A partir daí tudo começou melhor e melhor, e Blaine aumentou sua intensidade.

Seus quadris começaram a bater minha bunda enquanto seu pênis se afundava dentro impiedosamente profundo. Sua mão continuou me masturbando e eu estava ouvindo aqueles gemidos, fazendo-me esquecer de tudo o que estava ao meu redor. Eu só estava focada nesse corpo atrás de mim, me fodendo como ninguém tinha feito antes.

— N-nhn … nhn … ah … — Ele estava me deixando louco, minha entrada foi se contraindo e comendo-o avidamente. Eu queria mais. Doeu, sim, mas eu também gostei. Eu gostei muito. E assim, sem fôlego e animado, movi meus quadris para bater contra seu pênis para fazê-lo me penetrar mais profundamente. Ansiosamente, ele parou e se posicionou sobre mim. Fazendo-me deitado de costas e espalhar minhas pernas para ficar entre eles.

— Eu quero ver o seu rosto e te beijar. — Ele advertiu e, de repente, em apenas um impulso, me penetrou e encheu-me mais uma vez.

— Ah! — Minha bunda recebeu-o para a frente e já afrouxou. Eu não podia fazer nada além de ir ao redor de seus quadris com as pernas quando ele se inclinou para me beijar.

Nossas bocas lutando como o ritmo bastante frenético. A cabeceira da cama bateu na parede ao mesmo ritmo que as penetrações dele.

— A-alan … nhn .. — Blaine já estava suando, movendo-se contra mim desesperadamente, colidindo com penetrações intensas nas profundezas de mim mesmo.

Seus dedos cravaram em meus quadris e os lábios selados com a minha enquanto ele continuava a atingir quase uma velocidade extrema e selvagem com cada punhalada.

Eu caí, eu não poderia mantê-lo no mais, eu iria explodir em breve. Isso foi demais para mim e eu podia sentir o membro pulsante de Blaine, ele estava perto demais.

— E… Estou quase… — Ele disse de repente. Eu podia sentir seu pênis pulsando, perto do orgasmo.

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— E-espere! — Eu perguntei desesperadamente e pegou a minha mão na minha própria ereção para começar a se masturbar. Eu estava tão perto…

Blaine não podia parar. Ele continuou me entrar desesperadamente e soltou um gemido alto quando seu pênis explodiu nas profundezas de mim, latejante, me cumprindo com grandes quantidades de sêmen. Seu rosto era um poema, a fusão no prazer do momento.

Esse foi o gatilho para mim. A excitação era tanta que eu tive que fechar os olhos ao liberar uma grande carga de sêmen contra seu abdômen, sentindo minha própria semente banhando nosso corpo, atingindo até meu queixo.

Silencioso e sem fôlego, nós olhamos um para o outro por alguns segundos. Ele se inclinou e beijou meu queixo, coletando sêmen que tinham caído lá.

Ele moveu seus quadris e puxou seu pênis para fora de mim, fazendo-me perceber como o sêmen que me encheram começou a deslizar para baixo entre as minhas pernas.

*****

Blaine sentou ao meu lado e me puxou, então eu estava de frente para ele. Surpreendentemente, sorrindo. Eu parecia um pouco atordoado, ainda ofegante. Seu sorriso era hipnotizante. Eu nunca percebi antes. Talvez porque eu nunca tinha visto sorrir tão sincero como ele estava fazendo no momento.

— Alan, eu te amo. — Ele resmungou como uma sensação de calor invadiu meu peito.

Sorri um pouco, sentindo o calor em minhas bochechas. Naquele momento, um sabia que as coisas tinham mudado entre nós.

Eu nunca vou odiar novamente as férias de verão.

FIM.

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Comentário do Artista

JUSTSYL

Olá, JustSyl aqui! Espero que tenham gostado dessa história. Este projeto é tão especial para mim porque eu realmente amo escrever e eu estou tão agradecido por esta oportunidade! Alan e Blaine estarão na minha mente por muito tempo, anos eu diria, então eu estou super feliz em vê-los “vivo” finalmente. Obrigado tanto a família bmp por sua ajuda e os leitores pelo seu apoio!

ZAMIUS

Obrigado por comprar uma cópia! Foi realmente divertido trabalhar em conjunto com JustSyl. Você pode me culpar pelo trocadilho horrível no moletom de Alan. Alguém tinha que fazê-lo. Você pode esperar mais do meu projeto de caráter e arte, no futuro, de “Apenas Contos”.

 

Ficaríamos felizes em receber feedback de vocês, por favor, visite nosso site e deixe-nos um comentário/sugestão.


 

Tradução feito por mim, qualquer erro que puderem encontrar me mandem no comentário!🙂

~Henrique~

2 thoughts on “Apenas Contos -O Diário- (BlackMonkey Pro)

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